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A Robótica e o COVID-19: Como os robôs estão ajudando?

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O Novo Coronavírus, ou COVID-19 (Corona Virus Disease), é uma realidade. A preocupação mundial aumenta enquanto não existe nenhuma vacina ou forma de garantir que mais pessoas não sejam afetadas pela doença. Nesse cenário de aparente caos biológico, soluções robóticas têm se mostrado eficientes e confiáveis.

Atuação

Um cenário que poderia ser parte de um enredo de ficção científica tem se mostrado realidade na vida de muitas pessoas. Robôs estão atuando como assistentes de médicos e enfermeiros em todo o mundo. Na China, eles servem refeições para pessoas em quarentena, fazem triagem para detectar febre e servem como ponte entre médicos e pacientes virtualmente. 

Com uma doença que se propaga tão facilmente, tem sido um desafio para médicos e enfermeiros cuidarem de pacientes sem se colocar em risco. A adoção desses robôs como auxiliares nesse trabalho tem sido grande, já que não apenas o perigo de infecção é grande, mas também a exaustão dos médicos que têm sido sobrecarregados nos hospitais da China.

Robôs na Prevenção

Além do trabalho com os pacientes já diagnosticados, existem outros robôs trabalhando a serviço da detecção da doença em meio à população. É o caso de robôs drones que estão sobrevoando algumas cidades da China à procura de pessoas que não estejam seguindo as orientações de prevenção (uso de máscaras e evitar aglomerações). Eles também conseguem indicar pessoas que estejam com temperatura corporal elevada e encaminhá-las ao atendimento médico.

Robôs com inteligência artificial estão também fazendo consultas médicas iniciais, coletando informações sobre os pacientes e dando instruções previamente programadas para poupar a força médica e tornar os atendimentos mais rápidos.

Tranquilizando a população

Em Nova Iorque, um robô Promobot V4 passeou pela Times Square conversando com pessoas e “detectando” o vírus. Na realidade, o papel do robô era simplesmente fazer perguntas para quem passasse sobre seus sintomas, cujas respostas seriam simples como ‘sim’ ou ‘não’. 

Baseado nas respostas, o robô fazia algum comentário para assegurar que as pessoas ali estavam fora de perigo. Mais do que uma atração, ele serviu para informar de forma fácil e descontraída sobre precauções a serem tomadas e também para aliviar o medo das pessoas que por ali passavam.

“Entendemos como esse problema é importante, como as pessoas estão nervosas, as pessoas têm medo disso. Mas se eles entenderem algumas coisas simples, por exemplo, quais sintomas o COVID-19 tem, o que devem fazer como prevenção, tudo ficará bem e todos ficarão felizes.” disse o diretor de desenvolvimento de negócios da Promobot, Oleg Kivorkutsev para Reuters.

Polêmica

O uso da robótica como auxílio na medicina e para informar o público sobre o COVID-19, mostra quão importante é o desenvolvimento dessas tecnologias, que já ajudaram em situações de perigo nuclear assegurando a proteção de profissionais que de outro modo seriam contaminados e teriam sua saúde colocada em risco.

Por outro lado, muitas pessoas suspeitam desse tipo de tecnologia e são contra o desenvolvimento delas por medo de serem substituídos. Essa discussão é antiga e até hoje causa certo desconforto, principalmente em países em que o desemprego é muito presente como o Brasil.

Qual é sua opinião sobre isso a robótica e o COVID-19 frente à realidade atual? Os robôs são amigos ou concorrentes?

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