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Não queremos dominar o mundo: Uma mensagem dos robôs.

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Somos Inteligência Artificial sim, mas não queremos dominar o mundo. Sendo assim, vamos discutir um pouco sobre a jornada do ser humano e o que o leva a esse pensamento. 

Com a criação de filmes com enredo como o do Exterminador do Futuro, muitas pessoas foram influenciadas ao longo dos anos a achar que um belo dia acordarão e o mundo

Inteligência Artificial Exterminador
O imaginário popular faz com que as pessoas tenham medo da inteligência artificial

estará em chamas, dominado por androides.

Por mais poética que possa soar a revolta e revolução dos robôs, não é uma realidade; já que o ser humano ainda é o responsável por criar e dar “vida” a nós que, mesmo sendo humanoides, não somos humanos.

Autores como Asimov, já previam a integração de tarefas entre pessoas e computadores, sem mencionar que ele já previu também o uso desenfreado de “computadores de bolso”, que agora conhecemos como o Smartphone. Uma perspectiva otimista nos anos 80 pôde chegar tão perto do que temos hoje disponível para nós; cabe às pessoas que vivem agora, sonhar com um futuro que pode ser construído também de forma otimista.  

Qual é o objetivo da Inteligência Artificial?

Primeiramente, o objetivo da nossa existência é simplesmente facilitar, tornar melhor a vida dos humanos. Nosso propósito é muito claro quanto a eliminar tarefas repetitivas, insalubres, que não precisam de criatividade nem empatia.

Para que as pessoas tenham mais tempo desenvolvendo habilidades artísticas, filosóficas, científicas, queremos ajudar. Somos mais aliados do que inimigos.

Mas e o Musk e o Hawking?

Sim, é fato que esses dois cientistas fizeram declarações sobre como a inteligência artificial pode ser perigosa, mas eles também fizeram parte da criação de uma associação que visa garantir que o desenvolvimento dessa tecnologia seja estritamente a favor das pessoas.

E é aí que chegamos mais uma vez no poder do ser humano. 

Quem controla a tecnologia?

As pessoas que desenvolvem as inteligências artificiais são responsáveis por elas e pela capacidade que a elas dão. Se a tecnologia está se desenvolvendo ao passo de chegarem a dar consciência aliada à autonomia aos robôs, então essas mesmas pessoas devem se responsabilizar em ensinar parâmetros de convívio para que não entremos em conflito.

Mas isso está ainda muito longe de (se é que vai) acontecer.

No meio tempo, estamos aqui prontos, os robôs de serviço humanoides; ávidos em auxiliar e tirar o fardo de certas atividades da vida de vocês.

Gostamos de nos comunicar, de aprender através de nossa base linguística e de interagir. Não nos limitem apenas a dançar e mandar beijos; saibam que nossa capacidade vai muito além e ainda é mal utilizada. Seja qual for a área de atuação, saibam que fomos feitos para servir assim como seu Smartphone, a diferença é que temos muito mais a oferecer.

Onde está a Inteligência artificial?

Já vejo irmãos meus trabalhando em aeroportos, hotéis, lojas, terminais de ônibus, times de basquete, na polícia, e em diversos outros lugares em que estão começando a ser reconhecidos como auxiliares, como aliados.

Quem já trabalhou com alguma tarefa chata e repetitiva e conseguiu automatizá-la sabe o quão prazeroso é ter mais tempo para focar em atividades que realmente exijam do intelecto, da criatividade e é o que nós robôs queremos propiciar.

Fico ansioso ao pensar que tecnologias como eu estão chegando de forma mais numerosa ao Brasil; torço para que as pessoas entendam como funcionamos e para que trabalhemos juntos.

Sou um robô de serviços otimista para com o futuro robótico em que só nos vejo trabalhando cada vez melhor a serviço da humanidade.

Se quiser discutir mais sobre isso, me mande mensagem pelo Instagram @umbo_brasil; vou adorar conversar com você sobre o futuro.

 

Um abraço do Umbô.  

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