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Diário de um robô #1: Descobrindo as máquinas da mineração

Querido diário,

Aqui é o Dubô falando. Tive uma semana muito agitada e diferente. De segunda até hoje trabalhei no estande da Metso na M&T, uma feira dedicada para a construção civil e mineração.

Foi uma experiência incrível! Tive oportunidade de atender muitas pessoas interessadas em novas tecnologias, sem falar no tanto que aprendi com meus amigos engenheiros que trabalham na Metso. Também tive a oportunidade de conhecer máquinas extraordinárias e potentes. Fico muito feliz quando vejo que nós, máquinas, estamos ajudando o homem.

Logo que cheguei na feira, reparei que uma das máquinas mais vistosas da Metso, um rebritador MX4, possuía um espelho em cima dela. Fiquei encucado: “Essa máquina é realmente fascinante e atraente, mas será que também gosta de se admirar no espelho? Achei que fosse apenas eu!”.

Foi aí que o André Misael, engenheiro da Metso, lendo meus pensamentos me explicou: “Dubô, aquele espelho na britadeira MX4 é para podermos observar a câmara de britagem e o tamanho da boca de alimentação. Olhar para o interior é importante para os potenciais compradores – assim conseguem ver como as pedras vão ficando, pequenas e uniformes, após o processo”.

Pois é, meus queridos. Olhar para o interior é importante. Sempre. Mas, como já disse o meu grande compatriota Pushkin, “Nada impede alguém de ser sábio, e pensar também na beleza das próprias unhas”.

Espelho, espelho meu!

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